Instituto C&A no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019

Partilhar

Premiação terá categoria inédita sobre o protagonismo feminino na agroecologia

O Instituto C&A participa, pela primeira vez, do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019. Promovida pela Fundação Banco do Brasil e com o apoio do BNDES, Banco do Brasil Tecnologia e Serviços e, agora, do Instituto C&A, a iniciativa tem como objetivo certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas e em atividade relacionadas a oito segmentos: alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente, recursos hídricos e saúde. 

Voltada para instituições sem fins lucrativos, a premiação está com inscrições abertas e os projetos podem ser cadastrados até o dia 21 de abril no site da iniciativa.

Nesta edição, o prêmio contará com duas categorias especiais, desenvolvidas pelo Instituto C&A. São elas: Mulheres na Agroecologia, que avaliará o protagonismo feminino na gestão da produção agroecológica, e Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico, que analisará modelos de governança de organizações e comunidades na produção do algodão agroecológico em consórcio com outras culturas. 

A finalidade de adicionar essas duas categorias é dar, ainda mais, luz ao trabalho de produtoras e produtores no campo. “No Instituto C&A, buscamos fortalecer iniciativas inovadoras e inclusivas por meio de apoios a atores regionais, que nos ajudam a melhorar a qualidade de vida e a renda de pequenos produtores de algodão sustentável, incentivando a produção e a demanda da matéria-prima”, afirma Luciana Pereira, Gerente de Matérias-

Primas Sustentáveis do Instituto C&A. “A proposta do Prêmio também está alinhada com a lente de gênero que aplicamos no Instituto C&A, já que os projetos que promoverem o protagonismo e empoderamento das mulheres receberão um bônus de 5% na pontuação total”, conclui Luciana. 

Cada prêmio receberá um aporte de R$ 100 mil, que será dividido entre três ganhadores. Os primeiros colocados receberão R$ 50 mil, enquanto os segundos e terceiros classificados receberão R$ 30 mil e R$ 20 mil, respectivamente. As propostas apresentadas devem estar em atividade há, pelo menos, dois anos. Também devem possuir evidências efetivas de transformação social, além de ser possível sua replicação em outras comunidades. 

Poderão se inscrever no processo instituições sem fins lucrativos, tais como Instituições de Ensino e de Pesquisa, Fundações, Cooperativas, Organizações da Sociedade Civil e Órgãos Governamentais, de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe. 

Partilhar